Acrônimos e Abrevições


APH Atendimento Pré-hospitalar
APR Análise Preliminar de Riscos
ASO Atestado de Saúde Ocupacional
CGNOR Coordenação-Geral de Normatização e Programas
CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
DDS Diálogo Diário de Segurança
DOU Diário Oficial da União
DSST Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho
EPC Equipamento de Proteção Coletiva
EPI Equipamento de Proteção Individual
EPR Equipamento de Proteção Respiratória
Ex-i Segurança Intrínseca
FISPQ Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos
FUNDACENTRO Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho
GT Grupo Técnico
INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial
IPVS Imediatamente Perigoso à Vida e à Saúde
LE Limite de Exposição
LIE Limite Inferior de Explosividade
LSE Limite Superior de Explosividade
LT Limite de Tolerância
MTE Ministério do Trabalho e Emprego
NA Nível de Ação
NBR Norma Brasileira
NPS Nível de Pressão Sonora
NR Norma Regulamentadora
OCC Organismo de Certificação Credenciado
OSHA Occupational Safety and Health Administration
PET Permissão de Entrada e Trabalho
PPR Programa de Proteção Respiratória
SESMT Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho
SIT Secretaria de Inspeção do Trabalho
SST Segurança e Saúde no Trabalho
VIM Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia

Inspeção Integrada

Agora chegou a vez da Inspeção denominada Inspeção Integrada. Este é um tipo de inspeção bastante interessante e que pode ser bem proveitosa. Só é possível nas empresas que tenham os profissionais citados abaixo. A Inspeção Integrada deve ter procedimentos para pontuação e assim proporcionar um clima de disputa entre os departamentos.

Neste tipo de inspeção que é capitaneada pelo Serviço de Segurança do Trabalho, a equipe deve ser composta por: 
 Componentes do Serviço de Segurança do Trabalho; 
 Um representante da Saúde Ocupacional; 
 Um representante da CIPA; 
 Um representante da área a ser inspecionada; 
 É recomendável que alguém da manutenção também participe; 
 Pode ser convidado alguém de outra área também.

 Procedimentos para uma boa Inspeção Integrada 
 Deve ser registrada em formulário próprio; 
 O formulário de ter critérios pré-estabelecidos e um campo para anotações das não conformidades; 
 Deve ter um cronograma de conhecimento das áreas (neste caso a área sabe o dia e horário exatos da inspeção); 
 É importante a participação de todos; 
 Fazer uma reunião de encerramento; 
 Definir no formulário as ações, prazos e responsáveis; 
 Enviar o relatório da inspeção para a área envolvida, visando a solução das ações; 
 Divulgar para toda a empresa o resultado da inspeção em forma de pontuação, junto com os demais departamentos.

 Considerações importantes Neste tipo de inspeção é importantíssima a função do coordenador, que deve ficar atendo para que o foco da inspeção não seja desviado. Por se tratar de um grupo relativamente grande, pode ser que alguns acabem não participando efetivamente. O coordenador (alguém do serviço de segurança) deve fazer com que a equipe exerça seu papel conforme os seus conhecimentos. Cuidado! Muitas vezes a equipe acaba deixando tudo para o pessoal de Segurança do Trabalho. Não deixe que isso aconteça. Todos têm seu papel na inspeção.

Inspeções de Rotina

Como o próprio nome sugere, a Inspeção de Rotina é aquela que é feita exclusivamente pelo Técnico de Segurança do Trabalho e não segue um cronograma e não tem um objetivo específico. Ou seja, não há um roteiro para a inspeção. Toda vez que o profissional sai na área, automaticamente está fazendo uma inspeção de rotina.

O que é preciso para se fazer uma boa Inspeção de Rotina  É recomendável ter um impresso próprio para registrar as inspeções;  É preciso ter olho crítico (enxergar o que os outros não vêm);  É muito importante o diálogo com os colaboradores. Muitas vezes só se descobre que algo está errado, ao conversar com um operador;  Nem seria preciso citar, mas apenas para reforçar, é imprescindível que o Técnico tenha bom relacionamento com todos os níveis hierárquicos dentro da empresa;  Cuidado para não se tornar naquele cara chato. Assim você perderá seus maiores informantes – os colaboradores;  Nunca seja arrogante. (leia o artigo que escrevi sobre o assunto – A arrogância é o caminho mais curto para o fracasso.)

Dando o feed-back aos interessados De nada adiantaria fazer inspeções se as não conformidades encontradas não forem sanadas. Desta forma, os esforços dispensados para corrigir uma situação de risco, devem ser mostrados nas reuniões de segurança. Assim você mostrará que está resolvendo ou, pelo menos, tentando resolver as questões encontradas nas áreas de trabalho. Aproveite as reuniões para mostrar documentos que comprovem que a situação está sendo tratada. É possível que alguns itens de uma inspeção precisem de altos investimentos para ser sanados e assim, demorem mais tempo para a solução chegar. Outra questão que merece retorno rápido são as reclamações dos colaboradores. Cuidado para não ser envolvido em situações delicadas (seu foco deve ser Segurança do Trabalho). Assuntos como saúde ocupacional, relacionamento social e outros, leve ao pessoal especializado da empresa. Caso não haja esses profissionais, direcione a pessoa para que ela procure a ajuda correta.

Conclusão Toda e qualquer inspeção traz benefícios para todos e, portanto é um ganho não só para o trabalhador, mas para a empresa também. A inspeção de rotina tem fundamental importância no processo produtivo na medida em que, ao corrigir uma determinada situação você está evitando futuras perdas. Faça com que todos os envolvidos percebam que a empresa ganhará com o trabalho desenvolvido por você. Assim, com certeza terá o apoio geral e poderá realizar seu trabalho com maior liberdade.

Como Proceder em Caso de Acidentes do Trabalho?

- Preservar o local do acidente, ou seja, não permitir a limpeza e organização do local para que sejam realizados os procedimentos da Perícia Criminal; 

- Nos casos de vítimas com lesões corporais, a empresa deve solicitar ajuda dos socorristas profissionais (Samu e Corpo de Bombeiros); 

- No caso de vítimas fatais, é necessário acionar o Ciodes- 190 imediatamente e registrar o fato na Deat ou unidade policial mais próxima. 


Documentos necessários para o registro de acidentes de trabalho: 

- Carteira de identidade da vítima e do noticiante; 

- Carteira de trabalho da vítima; 

- Cópia da Cat (Comunicação de Acidente de Trabalho); 

- Certidão de óbito (em caso de vítimas fatais); 

- Caso haja veículo envolvido no acidente, cópia do documento do veículo; 

- Representação - casos de vítimas de lesão corporal. 

Fonte: www.segurancanotrabalho.eng.br 

Sobre a Higiene Ocupacional:

• Visa à prevenção da doença ocupacional por meio da antecipação, reconhecimento, avaliação e controle dos agentes ambientais (essa é a definição básica atual, havendo variantes; outras definições serão discutidas mais adiante);
• “Prevenção da doença” deve ser entendida com um sentido mais amplo, pois a ação deve estar dirigida à prevenção e ao controle das exposições inadequadas a agentes ambientais (um estágio anterior às alterações de saúde e à doença instalada);

• Em senso amplo, a atuação da higiene ocupacional prevê uma intervenção deliberada no ambiente de trabalho como forma de prevenção da doença. Sua ação no ambiente é complementada pela atuação da medicina ocupacional, cujo foco está predominantemente no indivíduo;

• Os agentes ambientais que a higiene ocupacional tradicionalmente considera são os chamados agentes físicos, químicos e biológicos.
Essa consideração pode ser ampliada, levando em conta outros fatores de estresse ocupacional, como aqueles considerados na ergonomia, por exemplo (que também podem causar desconforto e doenças). É evidente que as duas disciplinas se interligam e sua interação deve ser sinergética, antes que antagônica;

Os agentes físicos são, em última análise, alguma forma de energia liberada pelas condições dos processos e equipamentos a que será exposto o trabalhador. Sua denominação habitual: ruído, vibrações, calor/frio (interações térmicas), radiações ionizantes e não ionizantes, pressões anormais;

• Os agentes químicos, mais por sua dimensão físico-química que por sua característica individual, são classificados em gases, vapores e aerodispersóides (estes últimos são subdivididos ainda em poeiras, fumos, névoas, neblinas, fibras); podemos entender os agentes químicos como todas as substâncias puras, compostos ou produtos (misturas) que podem entrar em contato com o organismo por uma multiplicidade de vias, expondo o trabalhador. Cada caso tem sua toxicologia específica, sendo também possível agrupálos
em famílias químicas, quando de importância toxicológica (hidrocarbonetos aromáticos, por exemplo);

• As “vias de ingresso” ou de contato com o organismo consideradas tradicionalmente são as vias respiratória (inalação), cutânea (por meio da pele intacta) e digestiva (ingestão). A respiratória é a de
maior importância industrial, seguida da via dérmica;

• Os agentes biológicos são representados por todas as classes de microorganismos patogênicos (algumas vezes adicionados de organismos mais complexos, como insetos e animais peçonhentos): vírus, bactérias, fungos. Note que merecem uma ação bem diversa da dos outros agentes e que muitas formas de controle serão específicas;

• Para bem realizar a antecipação, o reconhecimento, a avaliação e o controle dos agentes ambientais são necessárias múltiplas ciências, tecnologias e especialidades. Para a avaliação e o controle, é importante a engenharia; na avaliação, também se exige o domínio dos recursos instrumentais de laboratório (química
analítica); no entendimento da interação dos agentes com o organismo, a bioquímica, a toxicologia e a medicina. A compreensão da exposição do trabalhador (esse termo é fundamental) a um certo agente passa pelas características físicas e/ou químicas dos agentes e pelo uso dessas ciências básicas;

EPI - Equipamentos de Proteção Individual

Um Equipamento de Proteção individual – EPI é todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou estrangeira, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Os EPI não reduzem o risco nem reduzem o perigo, apenas adequam o indivíduo ao meio e ao grau de exposição aos riscos.

Duas questões básicas devem ser consideradas:

1. Pergunta: Quando usar os Equipamentos de Proteção Individual – EPI?
Resposta: Durante a realização de atividades rotineiras ou emergenciais, de acordo com o grau de exposição.

2. Pergunta: Como escolher os Equipamentos de Proteção Individual – EPI?
Resposta: De acordo com as necessidades, os riscos intrínsecos das atividades as partes do corpo a serem protegidas.

Duas situações devem ser observadas:

1. Após a avaliação da situação: a seleção e o uso dos EPI deverão ser adequados às reais situações do momento.

2. Em caso de dúvida ou desconhecimento do grau de exposição e/ou da contaminação a que o trabalhador estará exposto: sempre deverão ser utilizados EPI de proteção máxima.

O que é Espaço Confinado?

• Espaço confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para a ocupação humana contínua;
• Possui meios limitados de entrada e saída;
• A ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes;
• Pode existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio.

Onde é encontrado o Espaço Confinado?

• Indústria de papel e celulose.
• Indústria gráfica.
• Indústria alimentícia.
• Indústria da borracha, do couro e têxtil.
• Indústria naval e operações marítimas.
• Indústrias químicas e petroquímicas.
• Serviços de água e esgoto.
• Serviços de eletricidade.
• Serviços de telefonia.
• Construção civil.
• Beneficiamento de minérios.
• Siderúrgicas e metalúrgicas.
• Agricultura.
• Agroindústria.

Quais são os tipos de trabalhos em Espaços Confinados?

• Manutenção, reparos, limpeza
ou inspeção de equipamentos
ou reservatórios.
• Obras da construção civil.
• Operações de salvamento e resgate.

Quando você pode entrar em um Espaço Confinado?

• Somente quando sua empresa fornecer a
Autorização da Permissão de Entrada e Trabalho - PET
• Essa Permissão de Entrada e Trabalho (PET) é exigida por lei e
executada pelo Supervisor de Entrada (NR-33).
• O serviço executado deverá sempre ser acompanhado por um
Vigia.

Permissão de Entrada e Trabalho (PET)

• A Permissão de Entrada e Trabalho (PET) contém procedimentos escritos de segurança e emergência.
• Verificar se as medidas de segurança foram implantadas e se a PET está assinada pelo Supervisor de Entrada.
• O trabalhador deve entrar no espaço confinado com uma cópia da PET.

RTP - Escadas, Rampas e Passarelas

1. Objetivo

Esta Recomendação Técnica de Procedimentos, RTP-04, tem por finalidade especificar e fornecer disposições relativas a escadas, rampas e passarelas utilizadas na indústria da construção.

2. Definições básicas

Superfícies de Passagem – Estruturas para trânsito de pessoas, equipamentos e materiais leves utilizados na indústria da construção. Podem ser classificadas em escadas, rampas e passarelas:

a) Escadas – utilizadas na indústria da construção, de uso temporário, com o objetivo de transpor pessoas entre pisos com diferença de nível e para serviços em altura.

b) Rampas – são planos inclinados, de uso temporário, utilizados na indústria da construção para transpor pisos com diferença de nível.

c) Passarelas – são planos horizontais, de uso temporário, e destinam-se à transposição sobre escavações ou vãos cujas margens estejam no mesmo nível.

As escadas, rampas e passarelas são também definidas conforme seu ângulo de inclinação com relação à horizontal.



3. Considerações gerais sobre superfícies de passagem As escadas, rampas e passarelas, quando de madeira, recomenda-se que:

a) na construção a madeira deve ser resistente, de boa qualidade, sem apresentar nós, rachaduras e estar completamente seca;

b) não utilizar tintas sobre a madeira que possam esconder eventuais defeitos, e sim aplicar produtos conservantes transparentes (vernizes, selantes, imunizantes e outros).

As escadas, rampas e passarelas podem ser também construídas em estruturas metálicas ou outro material que resista aos esforços solicitados.

As escadas, rampas e passarelas devem ser utilizadas para o fim a que se destinam, evitando-se qualquer tipo de improvisação.
As escadas, rampas e passarelas deverão ser submetidas a freqüentes inspeções de suas condições de uso, em especial antes de serem instaladas e/ou utilizadas.
Os pisos das escadas, rampas e passarelas deverão ser dotados de sistema antiderrapante para evitar que os trabalhadores escorreguem. Tipos:

Chanfros, ranhuras, réguas, frisos, entre outros, que devem ser adequados a cada tipo de superfície.
Recomendamos que antes da transposição de qualquer superfície de passagem sejam colocados, quando necessário, capachos para limpeza da sola do calçado de segurança, a fim de evitar possíveis escorregamentos e quedas do trabalhador.

As partes estruturais das superfícies de passagem que serão tocadas pelas mãos dos trabalhadores (montantes e corrimão) devem ser lixadas de maneira a não provocar ferimentos por farpas, rebarbas ou outras imperfeições.

Instações Elétricas Temporárias em Canteiros de Obras

Na indústria da construção, o choque elétrico é uma das principais causas de acidentes graves e fatais. 

Este grave quadro é decorrente da falta de projeto adequado, de dificuldades na execução e na manutenção  as instalações elétricas temporárias dos canteiros de obras. As instalações elétricas temporárias em  anteiros de obras, na maioria das vezes, são executadas por profissionais não qualificados, gerando com isso situações de extrema gravidade para a segurança dos trabalhadores, dos equipamentos e das instalações.

A redução do quadro atual de acidentes de trabalho envolvendo instalações elétricas necessita da adoção de novos métodos e dispositivos que permitam o uso seguro e adequado da eletricidade, reduzindo o nível de perigo às pessoas, as perdas de energia, os danos às instalações elétricas e aos bens.

O projeto das instalações elétricas temporárias deverá ser elaborado por profissional legalmente habilitado, com recolhimento da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e executado por profissional qualificado.

O projeto das instalações elétricas temporárias deverá estabelecer os requisitos e as condições para implementação de medidas de controle preventivas de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores nos canteiros de obras. 

O projeto deverá fi car à disposição das autoridades competentes e ser mantido atualizado.

Esta recomendação técnica de procedimentos (RTP) estabelece os métodos básicos objetivando proteger a integridade física e a saúde dos trabalhadores que direta ou indiretamente interagem com as instalações elétricas temporárias e as atividades executadas nos canteiros de obras.

Suas orientações contemplam o planejamento, a organização, a execução, a manutenção e o controle em conformidade com a NBR 5410 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), com a Portaria 3.214/78 do Ministério do Trabalho, Normas Regulamentadoras 10 e 18, bem como com outras normas
vigentes.

Fonte: FundaCentro

A importância do uso dos protetores auditivos

A exposição repetida ao ruído excessivo pode levar à perda irreversível da audição. 

Como o processo de perda é lento e progressivo, o indivíduo só consegue perceber quando as lesões já estão avançadas.
Os trabalhadores que sofrem com perda auditiva começam a ter dificuldades para perceber os sons agudos, tais como toques de telefones, apitos, campainhas e, posteriormente, começam a ter dificuldades de escutar as outras pessoas e sofrem de zumbidos e tonturas.
A perda da audição, ainda que parcial, tem uma grande influência negativa na qualidade de vida do ser humano, causando danos ao seu comportamento individual, social e psíquico, como: perda da auto-estima, insegurança, ansiedade, inquietude, estresse, depressão, alterações do sono, maior irritabilidade, isolamento etc.

Quando não é possível eliminar ou reduzir a níveis seguros as fontes de exposição de ruídos, faz-se necessário o uso de Equipamentos de Proteção Individual: o protetor auditivo.

O protetor auditivo é a solução mais simples e eficiente de atenuar o som e permitir a proteção do trabalhador contra os altos níveis de ruído e a perda auditiva.

Basicamente existem dois tipos de proteção auditiva individual:

os protetores de inserção, também conhecidos como plugue e os abafadores tipo concha.

Os plugues podem ser de inserção moldável, desenvolvido em espuma que se expande e adequa-se ao ouvido do indivíduo e os modelos de inserção pré moldados geralmente confeccionados em silicone.

Os abafadores tipo concha, como o próprio nome diz, são compostos por duas conchas que contém espuma na parte interna da cavidade, interligadas por um arco.

Outra opção largamente utilizada no mercado é o kit abafador de ruídos, que é uma solução composta por duas conchas que se encaixam nas laterais do capacete e permitem a proteção conjugada da cabeça e dos ouvidos.